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Montar o próprio negócio requer planejamento e dedicação. Para começar a empreender, os especialistas recomendam pesquisar o mercado e a concorrência, além de entender o que o cliente de fato deseja

Participar de treinamentos, conversar com outros empresários do segmento, definir bem quem é o cliente são dicas que não “saem de moda”, destaca Sílvio Moreira. Ele é articulador da Unidade de Gestão de Negócios (UGN) do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Ceará.

Silvio lembra que, há dois anos, o País enfrenta uma forte retração da economia. E, embora já se perceba sinais de melhora, preparação é fundamental. Assim, orienta para cinco dicas importantes na hora de começar bem o próprio negócio:

     1. Definir claramente qual é o negócio a montar;
     2. Pesquisar junto aos concorrentes e, se possível, experimentar enquanto cliente o que a concorrência faz para perceber os pontos positivos e negativos, o que poderia ser melhorado;
     3. Realizar uma pesquisa de mercado para identificar se o cliente está disposto a comprar o produto ou serviço;
     4. Ter um bom planejamento financeiro. “Se é empregado e vai deixar a empresa, é preciso se preparar financeiramente para isso. Até porque existem outras pessoas que dependem dessa decisão como, por exemplo, a família”;
     5. Estudar, preparar-se e dedicar tempo ao plano de negócios, com o objetivo de minimizar os riscos. “Todo negócio é arriscado, mas se você se preparar vai diminuir os riscos.”

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Começar bem

Pensando justamente em minimizar os riscos do novo negócio, Daiane Gabriela, de 30 anos, procurou a ajuda do Sebrae. Daiane trabalhava como professora substituta no Departamento de Economia da Universidade Federal do Ceará (UFC) e resolveu criar uma oportunidade de mercado após ficar desempregada.

A empreendedora escolheu cursar o “Começar Bem” no Sebrae, programa dividido em seis passos que formam uma trilha de planejamento para uma nova empresa. A capacitação ajuda a identificar características empreendedoras, criar e validar um modelo de negócios, assim como analisar o mercado e elaborar um plano de negócios. Do programa, Daiane já concluiu o 3º passo. “Até agora tem mercado, a minha proposta é comprável”, revela.

A professora conta que o curso do Sebrae a ajudou a projetar a ideia da cabeça para o papel, enriquecendo também o projeto inicial a partir da contribuição dos demais participantes. “O maior desafio é tentar transformar a ideia em um modelo viável, porque uma coisa é o que eu quero fazer, a outra é o que o mercado quer”, explica. Com boas expectativas, Daiane planeja iniciar até dezembro deste ano sua marca de roupas femininas, a Recato e Modéstia.

André Valente, de 27 anos, já concluiu toda a trilha do “Começar Bem” e ainda está em processo de pesquisa de mercado para montar uma empresa consolidada. “Não cabe só a vontade de empreender. Tem que fazer estudo para saber se a região comporta, se vai ter clientes para o que quero montar, qual classe social quero atingir”, esclarece. No curso, André conseguiu validar o modelo de negócios, uma casa de culinária italiana que vai oferecer pizzas e massas aos clientes do bairro São Gerardo.

Rauni Moraes, de 40 anos, também procurou a ajuda do Sebrae para iniciar seu negócio. Ele participou do programa Iniciando um Pequeno Grande Negócio (IPGN), em julho deste ano. Logo após concluir o curso, iniciou a venda de sucos naturais e verdes, produto com o qual se identifica. “Eu mesmo produzo, comprei garrafas descartáveis, criei um rótulo, comprei um carrinho para estar configurado como ambulante.” Em breve, pretende se formalizar pelo Microempreendedor Individual (MEI).

O IPGN ajudou Rauni a compreender melhor o mercado e a procurar mais informações sobre empreendedorismo. “O índice de pessoas que iniciam e quebram é grande. Então esse trabalho do Sebrae de conscientizar, dar uma instrução correta para que a gente tropece o mínimo possível, isso eu acho muito importante”, enfatiza.

Agora o maior desafio para Rauni é ter paciência de esperar o negócio maturar e poder crescer. “Estou começando pequeno, tenho procurado ser realista, dar um passo de cada vez.” No caminho, o novo empreendedor espera ganhar mais experiência e ter um crescimento sustentável.

Serviço:
Programas Começar Bem e Iniciando um Pequeno Grande Negócio
Informações: Sebrae Ceará - 0800 570 0800
www.ce.sebrae.com.br

 

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Empreendedor

A trilha para o próprio negócio

05/10/2017 | 07:40
Divulgação
A trilha para o próprio negócio

Montar o próprio negócio requer planejamento e dedicação. Para começar a empreender, os especialistas recomendam pesquisar o mercado e a concorrência, além de entender o que o cliente de fato deseja

Participar de treinamentos, conversar com outros empresários do segmento, definir bem quem é o cliente são dicas que não “saem de moda”, destaca Sílvio Moreira. Ele é articulador da Unidade de Gestão de Negócios (UGN) do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Ceará.

Silvio lembra que, há dois anos, o País enfrenta uma forte retração da economia. E, embora já se perceba sinais de melhora, preparação é fundamental. Assim, orienta para cinco dicas importantes na hora de começar bem o próprio negócio:

     1. Definir claramente qual é o negócio a montar;
     2. Pesquisar junto aos concorrentes e, se possível, experimentar enquanto cliente o que a concorrência faz para perceber os pontos positivos e negativos, o que poderia ser melhorado;
     3. Realizar uma pesquisa de mercado para identificar se o cliente está disposto a comprar o produto ou serviço;
     4. Ter um bom planejamento financeiro. “Se é empregado e vai deixar a empresa, é preciso se preparar financeiramente para isso. Até porque existem outras pessoas que dependem dessa decisão como, por exemplo, a família”;
     5. Estudar, preparar-se e dedicar tempo ao plano de negócios, com o objetivo de minimizar os riscos. “Todo negócio é arriscado, mas se você se preparar vai diminuir os riscos.”

 

Começar bem

Pensando justamente em minimizar os riscos do novo negócio, Daiane Gabriela, de 30 anos, procurou a ajuda do Sebrae. Daiane trabalhava como professora substituta no Departamento de Economia da Universidade Federal do Ceará (UFC) e resolveu criar uma oportunidade de mercado após ficar desempregada.

A empreendedora escolheu cursar o “Começar Bem” no Sebrae, programa dividido em seis passos que formam uma trilha de planejamento para uma nova empresa. A capacitação ajuda a identificar características empreendedoras, criar e validar um modelo de negócios, assim como analisar o mercado e elaborar um plano de negócios. Do programa, Daiane já concluiu o 3º passo. “Até agora tem mercado, a minha proposta é comprável”, revela.

A professora conta que o curso do Sebrae a ajudou a projetar a ideia da cabeça para o papel, enriquecendo também o projeto inicial a partir da contribuição dos demais participantes. “O maior desafio é tentar transformar a ideia em um modelo viável, porque uma coisa é o que eu quero fazer, a outra é o que o mercado quer”, explica. Com boas expectativas, Daiane planeja iniciar até dezembro deste ano sua marca de roupas femininas, a Recato e Modéstia.

André Valente, de 27 anos, já concluiu toda a trilha do “Começar Bem” e ainda está em processo de pesquisa de mercado para montar uma empresa consolidada. “Não cabe só a vontade de empreender. Tem que fazer estudo para saber se a região comporta, se vai ter clientes para o que quero montar, qual classe social quero atingir”, esclarece. No curso, André conseguiu validar o modelo de negócios, uma casa de culinária italiana que vai oferecer pizzas e massas aos clientes do bairro São Gerardo.

Rauni Moraes, de 40 anos, também procurou a ajuda do Sebrae para iniciar seu negócio. Ele participou do programa Iniciando um Pequeno Grande Negócio (IPGN), em julho deste ano. Logo após concluir o curso, iniciou a venda de sucos naturais e verdes, produto com o qual se identifica. “Eu mesmo produzo, comprei garrafas descartáveis, criei um rótulo, comprei um carrinho para estar configurado como ambulante.” Em breve, pretende se formalizar pelo Microempreendedor Individual (MEI).

O IPGN ajudou Rauni a compreender melhor o mercado e a procurar mais informações sobre empreendedorismo. “O índice de pessoas que iniciam e quebram é grande. Então esse trabalho do Sebrae de conscientizar, dar uma instrução correta para que a gente tropece o mínimo possível, isso eu acho muito importante”, enfatiza.

Agora o maior desafio para Rauni é ter paciência de esperar o negócio maturar e poder crescer. “Estou começando pequeno, tenho procurado ser realista, dar um passo de cada vez.” No caminho, o novo empreendedor espera ganhar mais experiência e ter um crescimento sustentável.

Serviço:
Programas Começar Bem e Iniciando um Pequeno Grande Negócio
Informações: Sebrae Ceará - 0800 570 0800
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