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[FOTO1]
Uma polêmica manifestação organizada ontem por grupos da extrema-direita americana em Virginia se transformou em uma tragédia depois que um automóvel investiu contra a multidão de ativistas antirracismo, deixando pelo menos três mortos e vários feridos.


Em meio a nuvens de gás lacrimogêneo, os confrontos entre manifestantes da direita radical e contramanifestantes se multiplicavam antes do início da mobilização, com brigas, lançamento de projéteis e pauladas.


Neste clima de alta tensão, o temor de acontecimentos mais graves aumentava, porque os manifestantes portavam armas, o que é permitido por lei no estado da Virgínia.


Mais tarde, testemunhas relataram que um carro investiu contra a multidão, ferindo várias pessoas. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, um automóvel escuro atinge violentamente a traseira de outro veículo e retrocede velozmente entre os manifestantes. Outras imagens mostram feridos no chão. Membros das milícias de extrema-direita assumiram uma postura paramilitar, carregando no ombro fuzis semiautomáticos, não muito distante das forças de segurança chamadas ao local.


Diante dos incidentes, o batalhão de choque decidiu proibir a manifestação prevista e esvaziou o parque público onde ela aconteceria.

Os efetivos realizaram um número não divulgado de prisões durante a operação.


Os grupos da direita radical, entre os quais a Ku Klux Klan e neonazistas, queriam denunciar e se opor ao projeto de Charlottesville de retirar de um espaço municipal a estátua do general confederado Robert E. Lee, que lutou a favor da escravidão durante a Guerra Civil americana.

Casal Trump reage
O presidente americano, Donald Trump, pronunciou-se no Twitter sobre o episódio. “Todos devemos estar unidos e condenar tudo o que o ódio representa. Não há lugar para este tipo de violência nos Estados Unidos.

Vamos nos unir como um só”, pediu. A primeira-dama, Melania Trump, condenou o sectarismo. “Nada bom sai da violência”, tuitou.


Mais tarde, em Bedminster, Nova Jersey, onde passa férias, Trump voltou a criticar a violência em Charlottesville: “Condenamos, nos termos mais fortes possíveis, esta exibição flagrante de ódio, fanatismo e violência em muitos lados. Temos que nos unir como americanos, com amor por nossa nação”.


O governador democrata da Virgínia, Terry McAuliffe, decretou estado de emergência. Alguns manifestantes, que defendem a supremacia da raça branca, chegaram agitando bandeiras confederadas, consideradas um símbolo racista por boa parte dos americanos. (da AFP)  \t\t\t\t\t

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2° clichê.dom

Extrema-direita. EUA: três mortos em manifestação

12/08/2017 | 20:55
Extrema-direita. EUA: três mortos em manifestação


Uma polêmica manifestação organizada ontem por grupos da extrema-direita americana em Virginia se transformou em uma tragédia depois que um automóvel investiu contra a multidão de ativistas antirracismo, deixando pelo menos três mortos e vários feridos.


Em meio a nuvens de gás lacrimogêneo, os confrontos entre manifestantes da direita radical e contramanifestantes se multiplicavam antes do início da mobilização, com brigas, lançamento de projéteis e pauladas.


Neste clima de alta tensão, o temor de acontecimentos mais graves aumentava, porque os manifestantes portavam armas, o que é permitido por lei no estado da Virgínia.


Mais tarde, testemunhas relataram que um carro investiu contra a multidão, ferindo várias pessoas. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, um automóvel escuro atinge violentamente a traseira de outro veículo e retrocede velozmente entre os manifestantes. Outras imagens mostram feridos no chão. Membros das milícias de extrema-direita assumiram uma postura paramilitar, carregando no ombro fuzis semiautomáticos, não muito distante das forças de segurança chamadas ao local.


Diante dos incidentes, o batalhão de choque decidiu proibir a manifestação prevista e esvaziou o parque público onde ela aconteceria.

Os efetivos realizaram um número não divulgado de prisões durante a operação.


Os grupos da direita radical, entre os quais a Ku Klux Klan e neonazistas, queriam denunciar e se opor ao projeto de Charlottesville de retirar de um espaço municipal a estátua do general confederado Robert E. Lee, que lutou a favor da escravidão durante a Guerra Civil americana.

Casal Trump reage
O presidente americano, Donald Trump, pronunciou-se no Twitter sobre o episódio. “Todos devemos estar unidos e condenar tudo o que o ódio representa. Não há lugar para este tipo de violência nos Estados Unidos.

Vamos nos unir como um só”, pediu. A primeira-dama, Melania Trump, condenou o sectarismo. “Nada bom sai da violência”, tuitou.


Mais tarde, em Bedminster, Nova Jersey, onde passa férias, Trump voltou a criticar a violência em Charlottesville: “Condenamos, nos termos mais fortes possíveis, esta exibição flagrante de ódio, fanatismo e violência em muitos lados. Temos que nos unir como americanos, com amor por nossa nação”.


O governador democrata da Virgínia, Terry McAuliffe, decretou estado de emergência. Alguns manifestantes, que defendem a supremacia da raça branca, chegaram agitando bandeiras confederadas, consideradas um símbolo racista por boa parte dos americanos. (da AFP) 

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