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Diferente dos encontros sobre o transtorno que ocorrem pelo Brasil, as discussões não são lideradas por médicos, psicólogos e outros especialistas. Foram as pessoas com autismo que expuseram seus depoimentos e aprendizados.


“Não precisamos mudar nada. Demorei para entender isso. Mas é o mundo que tem que acolher com respeito e dignidade todos os seres humanos”. A fala de Fernanda Raquel Sazuki, jovem de 23 anos, artista que retrata seres fantásticos em papel e em telas, é a de quem convive com o diagnóstico do autismo desde o início da adolescência. A artista paulistana exibe, no encontro, telas e arte em papel, e conta se retratar na sua arte. “Eu sou essa mistura”, diz.


Lucas Rocha, 25, nunca foi diagnosticado com autismo, mas o histórico na família e algumas características suas, como a dificuldade de interação, o fizeram repensar a procura por ajuda e tratamento. “Esse tipo de encontro acende uma lanterna para quem tem possibilidade de ser autista”, conta o jovem, que participava da recepção do evento.


Os grupos de trabalho de hoje têm como temas a educação inclusiva, cultura e lazer para a pessoa com autismo, mercado de trabalho, sexualidade e relacionamento e a identidade autista e os direitos civis. (Angélica Feitosa)

 

Serviço

 

1º Encontro Brasileiro de Pessoas Autistas (EBA)

Quando: até hoje

Onde: Hotel Praia Centro (Monsenhor Tabosa, 740)
Informações: 9 9649 4306

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Autismo

Encontro discute inclusão de pessoas com autismo

24/09/2016 | 01:30
MATEUS DANTAS
Encontro discute inclusão de pessoas com autismo

Ninguém melhor que as pessoas com autismo para dizer o que precisa mudar na sociedade para que elas se sintam incluídas. Com esse propósito, o 1º Encontro Brasileiro de Pessoas Autistas (EBA) foi pensado e organizado para discutir caminhos para a inclusão. O encontro, planejado pela Associação Brasileira para Ação por Direitos das Pessoas com Autismo (Abraça), ocorre até hoje no hotel Praia Centro, na Praia de Iracema, e teve as famílias e o papel de mudança como principal tema das rodas de conversa.

 

Diferente dos encontros sobre o transtorno que ocorrem pelo Brasil, as discussões não são lideradas por médicos, psicólogos e outros especialistas. Foram as pessoas com autismo que expuseram seus depoimentos e aprendizados.


“Não precisamos mudar nada. Demorei para entender isso. Mas é o mundo que tem que acolher com respeito e dignidade todos os seres humanos”. A fala de Fernanda Raquel Sazuki, jovem de 23 anos, artista que retrata seres fantásticos em papel e em telas, é a de quem convive com o diagnóstico do autismo desde o início da adolescência. A artista paulistana exibe, no encontro, telas e arte em papel, e conta se retratar na sua arte. “Eu sou essa mistura”, diz.


Lucas Rocha, 25, nunca foi diagnosticado com autismo, mas o histórico na família e algumas características suas, como a dificuldade de interação, o fizeram repensar a procura por ajuda e tratamento. “Esse tipo de encontro acende uma lanterna para quem tem possibilidade de ser autista”, conta o jovem, que participava da recepção do evento.


Os grupos de trabalho de hoje têm como temas a educação inclusiva, cultura e lazer para a pessoa com autismo, mercado de trabalho, sexualidade e relacionamento e a identidade autista e os direitos civis. (Angélica Feitosa)

 

Serviço

 

1º Encontro Brasileiro de Pessoas Autistas (EBA)

Quando: até hoje

Onde: Hotel Praia Centro (Monsenhor Tabosa, 740)
Informações: 9 9649 4306