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Já cientificamente comprovada como essencial para todos, a atuação do pai de forma preponderante ainda é um obstáculo — desde a legislação que avança, mas engatinha quanto à licença paternidade, à cultura tradicional que diz que o homem é apenas o provedor.


O psicólogo e pai Ben Hur Lima de Oliveira pondera que o puerpério pode durar além dos primeiros 45 dias de vida do bebê. E para o casal conseguir lidar com essa mudança tão desafiadora, seria necessário mais apoio de leis, instituições e sociedade.


Para a família do músico e professor Renan Rebouças, 28, pai do Isaac, de um mês de vida, e da Inaê, de dois anos, a superação de desafios é contínua. Quando a filha chegou, ele conseguiu ficar 30 dias sem trabalhar, dividiu os cuidados e vivenciou aqueles primeiros momentos.

[SAIBAMAIS]

Uma depressão pós-parto neste processo acabou o distanciando por um tempo da filha e da mãe. “Foi muito difícil porque nós nos separamos por uma demanda externa, foi uma imposição. Mas sempre que eu chegava pra ver a Inaê, ela só queria saber de mim”, lembra. Pai e filha conseguiam, por algumas horas, sentir a alegria em meio à tristeza.


Hoje, no segundo puerpério, Renan não tem mais tanto tempo para se dedicar ao Isaac. O papel de buscar o copo de água para hidratar a mãe que amamentava é intercalado com o entretenimento para a filha não querer mamar no lugar do pequeno. “Pai é quem investe energia na formação de um ser humano. E isso é difícil. É cansativo, dá dor nas costas. Quando me vejo de madrugada, trocando a fralda do Isaac, pegando água pra minha esposa, levantando pra levar a Inaê pra fazer xixi… cansa, mas é muito gratificante”, diz. (Sara Oliveira) 

[FOTO1] 

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Dia dos Pais

Atuação preponderante do pai ainda é desafio

12/08/2017 | 17:00
Atuação preponderante do pai ainda é desafio


Já cientificamente comprovada como essencial para todos, a atuação do pai de forma preponderante ainda é um obstáculo — desde a legislação que avança, mas engatinha quanto à licença paternidade, à cultura tradicional que diz que o homem é apenas o provedor.


O psicólogo e pai Ben Hur Lima de Oliveira pondera que o puerpério pode durar além dos primeiros 45 dias de vida do bebê. E para o casal conseguir lidar com essa mudança tão desafiadora, seria necessário mais apoio de leis, instituições e sociedade.


Para a família do músico e professor Renan Rebouças, 28, pai do Isaac, de um mês de vida, e da Inaê, de dois anos, a superação de desafios é contínua. Quando a filha chegou, ele conseguiu ficar 30 dias sem trabalhar, dividiu os cuidados e vivenciou aqueles primeiros momentos.


Uma depressão pós-parto neste processo acabou o distanciando por um tempo da filha e da mãe. “Foi muito difícil porque nós nos separamos por uma demanda externa, foi uma imposição. Mas sempre que eu chegava pra ver a Inaê, ela só queria saber de mim”, lembra. Pai e filha conseguiam, por algumas horas, sentir a alegria em meio à tristeza.


Hoje, no segundo puerpério, Renan não tem mais tanto tempo para se dedicar ao Isaac. O papel de buscar o copo de água para hidratar a mãe que amamentava é intercalado com o entretenimento para a filha não querer mamar no lugar do pequeno. “Pai é quem investe energia na formação de um ser humano. E isso é difícil. É cansativo, dá dor nas costas. Quando me vejo de madrugada, trocando a fralda do Isaac, pegando água pra minha esposa, levantando pra levar a Inaê pra fazer xixi… cansa, mas é muito gratificante”, diz. (Sara Oliveira) 

 

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