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A decisão sobre os pedidos de prisões contra 44 policiais militares estará nas mãos do juiz Eli Gonçalves, da 1ª Vara do Júri de Fortaleza. De acordo com o que foi levantado por investigadores da Delegacia de Assuntos Internos (DAI) da CGD, há motivo que justifica a captura dos envolvidos na Chacina de Messejana.


Segundo a investigação da CGD, os dois oficiais da PM, incluídos na denúncia do Ministério Público do Ceará, teriam sido responsabilizados por omissão. O POVO apurou que eles “poderiam e deveriam” ter evitado a ação dos matadores na invasão às comunidades do Curió e Alagadiço Novo, na Grande Messejana, na madrugada de 12 de novembro de 2015.


Mesmo sabendo o que estava acontecendo naquele dia, os dois oficiais não se manifestaram contra a situação que terminou com a execução de de 11 pessoas. Os policiais, via rádios instalados nas viaturas e ligados ao sistema da Ciops, passaram a avisar sobre o deslocamento de colegas para o Curió. Iriam, supostamente, participar de uma ação para vingar a morte do colega de farda — o soldado Valterberg Chaves, vítima de um latrocínio na Lagoa Redonda.

 

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DENÚNCIA

Oficiais foram omissos durante ação de PMs em chacina, aponta CGD

13/06/2016 | 01:30


A decisão sobre os pedidos de prisões contra 44 policiais militares estará nas mãos do juiz Eli Gonçalves, da 1ª Vara do Júri de Fortaleza. De acordo com o que foi levantado por investigadores da Delegacia de Assuntos Internos (DAI) da CGD, há motivo que justifica a captura dos envolvidos na Chacina de Messejana.


Segundo a investigação da CGD, os dois oficiais da PM, incluídos na denúncia do Ministério Público do Ceará, teriam sido responsabilizados por omissão. O POVO apurou que eles “poderiam e deveriam” ter evitado a ação dos matadores na invasão às comunidades do Curió e Alagadiço Novo, na Grande Messejana, na madrugada de 12 de novembro de 2015.


Mesmo sabendo o que estava acontecendo naquele dia, os dois oficiais não se manifestaram contra a situação que terminou com a execução de de 11 pessoas. Os policiais, via rádios instalados nas viaturas e ligados ao sistema da Ciops, passaram a avisar sobre o deslocamento de colegas para o Curió. Iriam, supostamente, participar de uma ação para vingar a morte do colega de farda — o soldado Valterberg Chaves, vítima de um latrocínio na Lagoa Redonda.

 

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